26.4.10
Modernices...
Mushu - Telemóveis avô, telemóveis.
A britânica Randy Flowers, de 24 anos, ficou viciada em sexo depois de...cair da Wii Fit. Foi-lhe diagnosticado o Síndrome da Excitação Sexual Permanente e só fica satisfeita após dez sessões de sexo por dia. Porém, simples vibração de um telemóvel causa-lhe orgasmos múltiplos.
De acordo com os médicos da jovem, a causa pode ser uma inflamação na zona pélvica que estimula os nervos do clítoris.
A doença não tem cura, mas Randy consegue controlá-la respirando fundo.
in: Correio da Manhã
20.4.10
Fumos
19.4.10
4.2.10
Olá!
Tinha 10.219 comentários vossos. Consegui exportá-los e ficarão no meu computador pelo tempo que quiserem. Ficou foi por ali um vazio, quase tudo a zero, só se salvaram os comentários que já estavam no blogger.
Bem hajam por me terem aturado.
4.9.09
13.5.09
28.4.09
pescadinha de rabo na boca
25.4.09
14.4.09
7.4.09
Mais um
"A existir-se, era necessário existir até aquele ponto, até ao bolor, à tumidez, à obscenidade."
- Jean-Paul Sartre, "A náusea"
25.3.09
Poema a pedido
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou - parca ração! -
Uma vez. E se a função
faz o órgão - diz o ditado -
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.
- Natália Correia -
24.3.09
22.3.09
Resolvida?
A Maria Árvore resolveu achar que eu era uma mulher resolvida, seja lá o que isso é. E parece que tinha de colar o selo aqui. Pronto, resolvi então colá-lo, não com cuspo mas com super cola, não vá ele cair. Sim, porque uma mulher resolvida quando toma uma resolução é para sempre. Parece que tinha de passar o selo a mais umas tantas mulheres mas como me parece que todas as que conheço já estão estampilhadas terá de ficar para outra altura (ora aqui está outra resolução acertada). Acho que a Maria tem razão, já resolvi tanta coisa hoje que serei uma mulher bem resolvida!
Ontem também resolvi ir até à Rua Augusta comemorar o dia da poesia, já que não tinha problemas de maior para resolver e o dia se me afigurava bom para relaxar. Só resolvi não escrever nenhum poema nos imensos metros estendidos na rua porque não tinha caneta e os comerciantes resolveram que na Rua Augusta não se vendiam canetas!
A minha máquina fotográfica também resolveu hoje não cooperar comigo e diz que não quer que eu passe as fotos que tirei para o computador. Restou-me esta, tirada com o telemóvel, esse sim, resolveu cooperar. É pena, porque tirei uma foto a um poema que encaixava aqui bem para dedicar à Maria, e que rezava assim:
"No seras Mujer completa
hasta que un tuno te la meta!"
[Tuna Medicina]
19.3.09
Voilá!
17.3.09
12.3.09
6.3.09
Falando com as paredes
Mr. X: Sim, mas por quanto tempo?
Mushu: Repare, eu disse sem termo.
Mr. X: Sim, mas por 6 meses? Por 1 ano?
Mushu:

[Não, o senhor não era estrangeiro]
imagem roubada pelo Manel Pé de Meia, e agora roubada por mim, aqui e que reflecte o que me apeteceu... mas calma... tive calma.
4.3.09
18.2.09
+ 10 a fios
"Havia um homem que era muito senhor da sua vontade. Andava às vezes sozinho pelas estradas a passear. Por uma dessas vezes viu no meio da estrada um animal que parecia não vir a propósito — um cágado. (...) Nunca tinha visto um cágado; contudo, agora estava a acreditar. Acercou-se mais e viu com os olhos da cara que aquilo era, na verdade, o tal cágado da zoologia." In: “Ficções” - José de Almada Negreiros
“Mas que raio faz um cágado sozinho no meio da estrada?” – pensou. Aproximou-se. E o cágado, que caminhava lentamente no seu passo de cágado, parou e recolheu-se na sua carapaça. O homem, que era senhor da sua vontade e nunca tinha visto o tal cágado da zoologia, questionou-se se aquilo seria mesmo o tal cágado. Acercou-se e, talvez por pensar que o cágado lhe responderia ou talvez porque era tão senhor da sua vontade e seguisse sempre os seus ímpetos, perguntou ao cágado o que estava ali a fazer. “Estava à tua espera, que achas?” – respondeu o quelónio de dentro da sua carapaça, com uma voz quase feminina e trémula. O homem, o tal senhor da sua vontade, que nunca tinha visto um cágado, o tal da zoologia, não estranhou que o réptil lhe respondesse sendo, segundo os livros, animal irracional. “À minha espera? Como sabias que viria? Podia não ter vontade! E se me esperavas, porque te escondes agora?” – retorquiu.
Desta vez fez-se silêncio. Teria sido imaginação sua, a resposta do cágado? Então o senhor da sua vontade inclinou-se, apanhou o cágado e espreitou pelo abertura da carapaça. Que viu ele? Uma jovem esbelta, completamente nua, que lhe acenava com um sorriso de sereia.
Seria mesmo verdade, ou teria sido tudo fruto da sua vontade?







