11.1.06
10.1.06
6.1.06
4.1.06
Loiras


Eu sei, a anedota que se segue está em inglês. Peço desculpa mas como poderão verificar só resulta mesmo em inglês.
A girl was visiting her blonde friend, who had acquired two new dogs, and asked her what their names were. The blonde responded by saying that one was named Rolex and the other was named Timex. Her friend said:
"Whoever heard of someone naming dogs like that?"
"HELLOOOOOO," answered the blonde "They're watch dogs!"
Claro que esta anedota é engraçada, mas nada que se compare à melhor anedota de loiras que descobriu a Lucy.
3.1.06
28.12.05
19.12.05
17.12.05
16.12.05
Notícia de última hora

Este blog acabou de ganhar o prémio que há muito almejava na categoria "Melhor Blogue Para Andar à Bolina".
Recebi o prémio directamente das mãos do famoso Grão Mastro, no blog Contra-Indicado (um blog que não faz bem a coisa nenhuma).
Queria aqui agradecer ao vento Norte, por me ter arejado os neurónios (levou um, mas ficou o outro, paciência), ao meu periquito que tanto me inspirou nas suas canções diárias (sabes bem, querido periquito, quantas vezes te tentei apertar o pescoço a ver se te calavas, mas tu conseguias sempre escapar), ao motorista de táxi que no outro dia me deixou no meio do caminho porque eu comecei a trautear o "Jingle Bells" (não percebo porquê, estamos no Natal e o homem nem tinha o rádio ligado, não estava a ouvir as noticias, enfim...), ao Dr. Egas Moniz por me ter operado com tanto sucesso, ao cão do vizinho que me ladra todos os dias (simpático, é a dizer bom dia, no outro dia queria lamber-me mas coitadinho distraiu-se e fincou-me um dente no ombro, estive uma semana sem conseguir fazer um post, obrigada Rintintin)... E pronto, não me lembro assim de mais ninguém a quem agradecer, mas não faz mal porque, provavelmente ninguém sequer vai ter pachorra para ler o texto até ao fim e ao menos tive conversa para encher um post e para vos desejar um óptimo fim-de-semana.
15.12.05
14.12.05
Natal
Na minha rua estão plantadas estas lindas iluminações de Natal. Não consigo perceber o que representam. Alguém me explica?
(Não sejam maldosos que eu também não)
13.12.05
12.12.05
11.12.05
E tudo começou assim...
Há precisamente dois anos
"Hoje comecei a pensar... mas o vento não está a favor e não pensei em nada. Mas será que nada é alguma coisa? Deve ser, porque senão não era nada. O nada não existe. Ou será que existe? Se não existisse não tinha nome. Como tem nome existe. Mas por outro lado há coisas que existem e que ainda não têm nome. Bolas, o meu pensamento hoje está como um tornado, às voltas..."
Obrigada por me aturarem.
"Hoje comecei a pensar... mas o vento não está a favor e não pensei em nada. Mas será que nada é alguma coisa? Deve ser, porque senão não era nada. O nada não existe. Ou será que existe? Se não existisse não tinha nome. Como tem nome existe. Mas por outro lado há coisas que existem e que ainda não têm nome. Bolas, o meu pensamento hoje está como um tornado, às voltas..."
Obrigada por me aturarem.
7.12.05
6.12.05
A formiga e a cigarra

No mundo dos gregos antigos, a agricultura estava ainda numa fase de rudimentaridade avançada. Os ecossistemas agrícolas eram diversos e saudáveis, com as plantas silvestres indígenas e as prósperas colónias de insectos a partilhar o espaço com as culturas domesticadas. Daqui resultava que as searas e as vinhas estavam cheias de insectos vigorosos, afoitos e bem falantes. De todos o mais laborioso era sem dúvida a formiga. Todo o santo Verão labutava à torreira do sol, acarretando cereais e sementes para a sua despensa, na antevisão de um Inverno prolongado.
No mesmo campo vivia uma cigarra cuja vida era muito livre de cuidados, dado que há muito tinha rejeitado o conceito burguês, ganancioso, do “ganhar a vida”. Para ela, a existência ideal era a que consistia em usufruir da natureza em moldes, duma exploração não estruturada e folgazona, de que muitas vezes tirava o melhor partido, passando a maior parte do dia a dormir. Outras vezes cantava alegremente nas searas, chuRRIIP, chuRRIIPP, assim mantendo viva a rica tradição oral das cigarras.
Esta atitude alternativa não passava despercebida à formiga, entregue à sua azáfama ao calor e ao pó. Quando via a cigarra a gozar a vida, sentia um frémito de raiva em todos os orifícios do seu exosqueleto.
“Olha-me para aquela cigarra”, murmurava a formiga de si para consigo. “Passa o dia sentada sobre o abdómen, a cantar as suas cantigas de cana rachada. Quando será que ela vai dar algum sinal de responsabilidade? Chamar-lhe sanguessuga seria um insulto a todos os vermes segmentados e trabalhadores deste país. Esta limita-se a vigiar-me, à espera de oportunidade para me assaltar e me roubar tudo o que eu juntei com tanto trabalhinho. É o que fazem os da laia dela.”
Por seu turno, a cigarra estava a olhar para a formiga, mas numa linha de pensamento completamente diferente. “Olha-me para aquela formiga”, pensava ela, “o que ela trabalha para juntar uma pobre reserva de cereais. E afinal para quê? Se ao menos tentasse entrar numa um pouco mais Zen, iria perceber que para a pedra tanto faz um grão como mil e que a chuva nunca tem de se preocupar com a sua caligrafia.”
E assim se passou o Verão. A formiga, uma personalidade de tipo A sem tirar nem pôr, passou os dias num frenesim de trabalho, mas a sua actividade egoísta e socialmente irresponsável fez-se pagar. A formiga contraiu uma úlcera péptica, apanhou uns valentes sustos por causa dumas dores no tórax e perdeu quase todos os pêlos que tinha no alto da cabeça. Em meados de Setembro, o marido saiu de casa para ir comprar sais de frutos e nunca mais lhe apareceu. A formiga deixou-se de tal maneira obcecar pela sua reserva de cereais que foi ao ponto de instalar um sofisticado sistema de segurança no interior e área circundante do seu formigueiro, com câmaras de vídeo e sensores de movimento capazes de capturar qualquer presumível ladrão.
Entre sestas, a cigarra observava tudo isto com desprendida curiosidade. Ao mesmo tempo estudava yoga, esquadrinhava a zona em busca da chávena ideal para fazer cappucino, aprendeu a tocar viola sem mestre (a bem dizer, só uma canção, que ela própria escreveu, em estilo blues, com três notas) e principalmente mandriava. E procurava que o seu estilo de vida centrado no lazer se adequasse ao fluir das estações. Quando o tempo começava a ficar mais desagradável, começava ela a fazer planos de ir fazer surf para Austrália.
Continua em "Contos de Fadas Politicamente Correctos" de James Finn Garner
(Se pedirem muito um destes dias conto o resto.)
Ou então vejam aqui a versão brasileira.
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