7.9.04

BOAS NOTÍCIAS

Hoje parece que vi o meu neurónio a virar a esquina... mais uma corrida e apanho-o

Até já!
Em memória de todas as vítimas do massacre na Ossétia, em especial por todas as crianças!


Uma iniciativa do ÂNIMO com o meu apoio.

5.9.04

Eu gosto do

Google
Hoje fui almoçar ao restaurante Outra Loiça, em Sacavém. Briani, hummm... Maravilhoso. Aconselho a qualquer um, fica na Urbanização Real Forte, perto do Museu da Cerâmica (antiga fábrica da loiça)

4.9.04

Não há nada melhor que beber água quando se tem sede...
Este é o meu aspecto traseiro, calças rotas, desde que perdi o neurónio não consigo saber onde comprar umas novas... ajudam-me a encontrá-lo?

31.8.04

Ontem à noite estava tanto vento que me me voou um neurónio.
Estou a ver se o encontro, quando encontrar volto.
Até já.

29.8.04

Hoje o vento estava calmo, e soprou-me ao ouvido um poema vindo de longe...

‘Tis time this heart should be unmoved,
Since others it hath ceased to move:
Yet though I cannot be beloved,
Still let me love!

My days are in the yellow leaf;
The flowers and fruits of Love are gone;
The worm – the canker, and the grief
Are mine alone!

The fire that on my bosom preys
Is lone as some Volcanic Isle;
No torch is kindled at its blaze
A funeral pile!

The hope, the fear, the jealous care,
The exalted portion of the pain
And power of Love I cannot share,
But wear the chain

But ‘tis not thus – and ‘tis not here
Such thoughts should shake my Soul, nor now
Where Glory decks the hero’s bier
Or binds his brow


- Lord Byron –

27.8.04

Estava eu hoje tão descansadinha da vida quando veio uma ventania e me trouxe um blog de merda!
Com é que existe alguém que consegue fazer trabalhar os neurónios e os intestinos ao mesmo tempo?

1.7.04

16.5.04

Olá
Voltei hoje, lembrei-me que afinal tinha um Blog... mas o vento não tem estado a favor do meu pensamento que hoje não corre

11.12.03

Hoje comecei a pensar... mas o vento não está a favor e não pensei em nada. Mas será que nada é alguma coisa? Deve ser, porque senão não era nada. O nada não existe. Ou será que existe? Se não existisse não tinha nome. Como tem nome existe. Mas por outro lado há coisas que existem e que ainda não têm nome. Bolas, o meu pensamento hoje está como um tornado, às voltas...